Descubra por que poucos abraçam o SHD: medo de mudar, dogmas e piloto automático os prendem. Um texto para despertar e transformar sua vida!

Descubra por que poucos abraçam o SHD: medo de mudar, dogmas e piloto automático os prendem. Um texto para despertar e transformar sua vida!
 
Olá, tudo bem? Eu sou Alessandro, e hoje quero te convidar a mergulhar comigo num tema que, confesso, mexe com minha alma de um jeito especial. Sabe por que o "Seja Hoje Diferente" (SHD) é algo que fascina apenas uns poucos? Porque a grande maioria, talvez até você em algum momento, já se pegou com medo de mudar. É como se a vida estivesse num piloto automático, girando em looping como aquelas fitas cassete dos anos 80 que a gente rebobinava com o dedo quando o toca-fitas enguiçava. E, olha, eu já estive aí, preso em dogmas, crenças limitantes e numa bolha que parecia confortável, mas que, no fundo, era só medo disfarçado de rotina. Então, vem comigo, porque esse papo é sobre entender por que isso acontece e como podemos, juntos, dar um passo além – não só por curiosidade, mas porque isso pode transformar o jeito como você enxerga o mundo e a si mesmo.

Quando penso nisso, me lembro de uma tarde chuvosa na adolescência, lá pelos anos 90, assistindo De Volta para o Futuro na TV. O Doc Brown gritava “1.21 gigawatts!” e eu, com meu lanche de pão com mortadela na mão, sonhava com um Delorean que me levasse para fora da mesmice. Mas a verdade é que a máquina do tempo real não é feita de circuitos e parafusos – ela vive dentro de nós. Só que, para ligá-la, precisamos enfrentar o medo de sair do script. A cultura material, com seus objetos que nos definem, como o celular que você segura agora, nos dá a ilusão de controle. Já a cultura imaterial, feita de histórias, valores e memórias, sussurra que há algo maior. E aí, entre o que temos e o que sentimos, ficamos paralisados, como o Neo em Matrix, hesitando antes de pular do prédio.

Vamos imaginar juntos: e se a sua vida fosse um episódio de Além da Imaginação? Você acorda todo dia no mesmo cenário monocromático, com as mesmas falas ensaiadas, enquanto uma voz misteriosa pergunta: “Será que ele vai perceber que pode mudar o canal?”. A cultura popular nos entrega Friends e Harry Potter para nos confortar, mas também nos desafia com heróis que rompem o esperado. Já a cultura erudita, com seus livros grossos e sinfonias, nos convida a pensar mais fundo. E a cultura local? Ela nos enraíza, às vezes até demais, como uma árvore que não quer soltar as raízes do solo conhecido. Eu já me senti assim, preso num looping de decisões automáticas, até que percebi que o diferente não é o destino – é o caminho.

Pensa comigo: na cultura organizacional, quantas vezes você já viu alguém engolir um “sim” só para não balançar o barco? Ou na cultura digital, onde curtidas viram uma moeda de validação, mas ninguém para pra perguntar: “Isso sou eu de verdade?”. A cultura subcultural, com seus punks dos anos 80 ou gamers dos 2000, grita por autenticidade, enquanto a cultura global nos puxa para um liquidificador de ideias. E a cultura religiosa? Ela pode ser um farol ou uma âncora, dependendo de como você a segura. Já a cultura política nos divide em times, como se a vida fosse um jogo de futebol eterno. Até a cultura infantil, com seus gibis da Turma da Mônica, nos ensina que o diferente – como o Cascão fugindo da água – é o que dá graça à história.

Eu gosto de imaginar que somos todos astronautas num cosmos pessoal. Às vezes, orbitamos planetas de escassez, onde acreditamos que não há oxigênio suficiente para sonhar grande. Outras vezes, flutuamos na cultura ambiental, tentando salvar o que ainda pulsa, ou na cultura de resistência, lutando contra gravidades invisíveis. A cultura científica, com seus telescópios e equações, nos provoca: “Por que não explorar?”. E a cultura esportiva nos lembra que, mesmo na derrota, há um grito de superação. Mas o que nos trava? O medo. Ele é como o vilão de Duna, sussurrando que o deserto é eterno e que não há água além da próxima duna.

Uma curiosidade intrigante: você sabia que, nos anos 80, o psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi descreveu o estado de “flow” – aquele momento em que você se perde numa atividade e o tempo voa? Ele descobriu que só entramos nesse fluxo quando saímos do automático e abraçamos o desafio. É como jogar Super Mario Bros. e pular o cano no tempo certo – exige foco, mas a recompensa é mágica. O SHD é sobre isso: encontrar seu flow, mesmo que o primeiro salto dê frio na barriga.

Teve um dia, anos atrás, que eu olhei no espelho e pensei: “Cara, você tá virando um NPC da sua própria história”. Sabe aqueles personagens de videogame que só repetem a mesma frase? Pois é. Foi aí que comecei a questionar as bolhas que eu mesmo criei. E se eu trocasse o “não dá” por um “vou tentar”? E se, em vez de dogmas, eu buscasse perguntas? A filosofia me ensinou que Sócrates morreu por insistir nisso. A psicologia me mostrou que o cérebro adora atalhos, mas também pode ser treinado para novos caminhos. A sociologia me fez ver que as bolhas são coletivas – e a história? Ela ri de nós, provando que o “impossível” de ontem é o comum de hoje.

Agora, deixa eu te fazer uma pergunta: o que te impede de ser hoje diferente? Talvez você diga “tempo”, “dinheiro” ou “os outros”. Mas, e se eu te contar que a resposta está num exercício simples? Pegue um papel agora – vai, eu espero. Escreva três coisas que você faz no automático (tipo checar o celular sem motivo) e, ao lado, três jeitos de mudar isso (como trocar cinco minutos de tela por cinco minutos de silêncio). Esse é o primeiro passo: perceber. O segundo é agir, nem que seja devagar, como o Frodo subindo a Montanha da Perdição. A lição? O diferente não é um milagre – é uma escolha que vira hábito.

Meus amigos e novos leitores, eu sou Alessandro Turci, nascido em 14 de julho de 1976, canceriano do ano do dragão, e para concluir esse tema digo a vocês: o SHD é para poucos porque exige coragem. Não a coragem de enfrentar dragões de Game of Thrones, mas a de olhar para dentro e perguntar: “E se eu desligasse o piloto automático?”. É sobre liderar sua própria vida, comunicar-se com clareza consigo mesmo e gerenciar o caos com propósito. A tecnologia nos conecta, mas só você pode acender a faísca. Então, que tal começar hoje? Não precisa de um Delorean ou de 1.21 gigawatts – só de um “sim” interno. Desafie o medo, explore o cosmos da sua mente e descubra que o diferente não é um fim, mas um começo. Vamos juntos?

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz.

Alessandro Turci

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