Entre um cubo mágico e um disquete, descubra como objetos simples na minha sala de TI revelam segredos de criatividade, foco e evolução pessoal

Entre um cubo mágico e um disquete, descubra como objetos simples na minha sala de TI revelam segredos de criatividade, foco e evolução pessoal.

Olá, meus amigos e novos leitores! Eu sou Alessandro Turci, nascido em 14 de julho de 1976, um canceriano do ano do dragão, carregando comigo a sensibilidade das águas e o fogo de quem sempre buscou voar mais alto. Hoje, quero abrir as portas da minha sala de TI na B.Lux, uma fabricante de tomadas e interruptores que, com muito orgulho, é o meu espaço de criação e reflexão. Convido vocês a sentarem comigo, de forma metafórica, claro, para um bate-papo diferente. Na minha mesa, não há apenas teclados e monitores; há objetos que contam histórias, que carregam significados profundos e que, de certa forma, são como faróis na minha jornada. Vamos falar sobre eles, sobre o que representam e, principalmente, sobre como podem inspirar cada um de vocês a encontrar sentido nas pequenas coisas que cruzam seus caminhos.

Imagine a cena: estou aqui, com minha caneca de café fumegante repousando sobre um CD velho que virou porta-copos – um daqueles discos prateados que, nos anos 90, prometiam guardar o mundo em 700 megabytes. Ao lado, um cubo mágico, com suas cores vibrantes e aquele desafio silencioso que me faz lembrar como a vida, às vezes, é um quebra-cabeça que exige paciência e estratégia. Tem também uma réplica de um radinho a pilha, igual ao que eu ouvia nas tardes de domingo com meu pai, mas agora turbinado com um pendrive cheio de mais de 500 músicas – de Legião Urbana a Coldplay, passando por trilhas de filmes como Clube da Luta. E, claro, não poderia faltar o Pense Bem, aquele brinquedo da Tec Toy que me fazia sentir um gênio nos anos 80, e um disquete 5 1/4 polegadas, reliquia do meu primeiro 386 com DOS e Windows 3.11. Esses objetos não estão aqui por acaso. Eles são mais do que decoração; são pedaços de mim, fragmentos de uma história que me trouxe até este momento. E hoje, quero compartilhar com vocês o porquê de eles estarem na minha sala de TI.

Vamos começar pelo cubo mágico. Quem nunca pegou um desses e tentou alinhar as cores, girando as peças com uma mistura de empolgação e frustração? Ele me ensinou algo que levo para a vida: nem tudo se resolve na primeira tentativa. Às vezes, você precisa bagunçar tudo para entender o padrão. Já vivi dias em que parecia que meus projetos – sejam códigos complicados ou sonhos pessoais – estavam como esse cubo: embaralhados, sem sentido. Mas então, com calma, você encontra um movimento que faz sentido, depois outro, e de repente, as cores começam a se alinhar. É um convite a não desistir, a enxergar beleza no caos e a confiar que, com persistência, o resultado aparece. Pense nisso: o que na sua vida parece um cubo mágico bagunçado agora? E se, em vez de largá-lo, você tentasse mais uma vez?

Agora, o CD que virou porta-copos. Ele me leva direto aos anos 90, à era das locadoras de vídeo, do ICQ e daqueles sons de modem que pareciam uma sinfonia alienígena. Era um tempo em que gravávamos mixtapes digitais, escolhendo músicas para amigos ou para ouvir no walkman. Hoje, ele não armazena mais dados, mas segura meu café – uma transformação simples, mas poderosa. Isso me faz pensar em como podemos dar novos propósitos ao que já temos. Talvez você tenha algo em sua vida – um talento, uma experiência, um objeto – que parece obsoleto. E se, em vez de descartá-lo, você encontrasse uma nova função para ele? É sobre reciclar não só coisas, mas ideias, sentimentos e até mesmo o jeito como vemos o mundo.

O radinho com o pendrive é outro capítulo à parte. Ele mistura o charme nostálgico dos anos 80 com a praticidade de hoje. Quando coloco ele pra tocar, é como se eu viajasse no tempo. Uma música como Tempo Perdido me lembra dos sonhos adolescentes, enquanto algo mais recente, como Viva la Vida, me conecta ao presente. Esse radinho me ensina que o passado e o futuro não precisam ser inimigos – eles podem dançar juntos. E você, já parou para pensar na sua trilha sonora? Quais músicas te definem? Talvez valha a pena criar uma playlist que te leve de volta a quem você foi e, ao mesmo tempo, te empurre para quem você quer ser. A música tem esse poder: ela nos ancora e nos liberta.

O Pense Bem, ah, esse é especial. Quem teve um nos anos 80 sabe o quanto ele era mágico. Um brinquedo que fazia perguntas, dava respostas e parecia saber tudo. Naquela época, eu sonhava em entender o mundo como ele parecia entender. Hoje, na minha sala, ele me lembra que a curiosidade é o motor de tudo. Quantas vezes você já se perguntou “e se eu tentasse algo novo?” ou “será que consigo resolver isso?”. O Pense Bem me desafia a não parar de perguntar, a buscar respostas mesmo quando elas não vêm fáceis. É um lembrete de que a vida é um eterno aprendizado, e que as melhores soluções surgem quando nos permitimos explorar o desconhecido.

Por fim, o disquete. Meu primeiro computador, um 386, rodava com ele. Naqueles tempos, 1,44 MB era o suficiente para jogos simples e arquivos de texto. Ele representa o começo da minha paixão por tecnologia, mas também algo maior: a evolução. O que era revolucionário ontem é relíquia hoje. E, ainda assim, eu o guardo, porque ele me conecta àquele garoto que passava horas digitando comandos no DOS. Ele me faz pensar em como tudo muda – e como nós também precisamos mudar. O que você carrega do seu passado que ainda te define? E o que você está disposto a deixar para trás para abraçar o que vem pela frente?

Chegamos, então, ao coração desse nosso papo. Esses objetos na minha sala não são apenas coisas; são espelhos da minha alma, professores silenciosos que me guiam todos os dias. E aqui vai o que eu quero deixar com vocês: a vida é feita de camadas, de histórias que se cruzam, de pequenos detalhes que, quando bem observados, revelam verdades imensas. O cubo mágico te chama a persistir e enxergar além do óbvio. O CD te convida a transformar o velho em algo útil. O radinho te lembra que o tempo é um aliado, não um inimigo. O Pense Bem te provoca a nunca parar de questionar. E o disquete te pede para honrar suas raízes enquanto avança para o novo.

Quero que você saia daqui com um desafio: olhe para sua própria “mesa” – literal ou metafórica. Quais objetos, memórias ou ideias estão ali? O que eles te contam sobre quem você é e sobre o que você pode se tornar? Experimente girar o cubo da sua vida, mesmo que ele pareça impossível de resolver. Pegue algo que você acha que perdeu valor e dê a ele um novo sentido. Escolha uma música que te leve a um lugar bom e deixe ela tocar enquanto planeja seu próximo passo. Faça uma pergunta difícil a si mesmo e corra atrás da resposta. E, acima de tudo, lembre-se de que cada pedaço do seu passado é um tijolo para construir o futuro.

A mágica está nos detalhes, meus amigos. Não é preciso um supercomputador ou uma sala cheia de troféus para encontrar propósito – às vezes, um disquete ou um radinho já dizem tudo. Então, respire fundo, pegue sua caneca de café (ou chá, ou o que for), e comece a enxergar o extraordinário no que está bem na sua frente. Você é o arquiteto da sua história, e cada dia é uma chance de criar algo novo, de alinhar as cores do seu cubo, de gravar sua própria trilha sonora. Vamos juntos?

Sucesso, Saúde, Proteção e Paz.

Alessandro Turci

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