Fear of the dark: O Medo como mestre do crescimento pessoal

Explore como Fear of the Dark do Iron Maiden revela o medo como guia para autoconhecimento, inovação e transformação. Reflexões práticas para sua vida!

Olá, amigos leitores do SHD: Seja Hoje Diferente, tudo bem com vocês? Sou Alessandro Turci, nascido em 14 de julho de 1976, canceriano do ano do dragão, profissional de TI e alguém que acredita que cada história, cada referência e cada aprendizado têm um propósito maior — inspirar crescimento no desenvolvimento pessoal, profissional, social e espiritual. E hoje quero bater um papo com você sobre algo que me acompanha desde a adolescência: a música Fear of the Dark, do Iron Maiden, uma banda que curto desde meus 13 anos. Vamos mergulhar nessa reflexão juntos, explorando como o medo, esse companheiro inevitável da vida, pode ser tanto um vilão quanto um mestre disfarçado, guiando-nos rumo ao autoconhecimento e à transformação.

O tema de hoje é simples, mas profundo: o medo. Quem nunca sentiu um arrepio na espinha ao apagar a luz ou ao encarar uma decisão que pode mudar tudo? Fear of the Dark, lançada em 1992, não é só um hino do heavy metal — é um espelho da alma humana. Bruce Dickinson canta sobre o pavor que surge na escuridão, mas também sobre como enfrentá-lo. Para mim, essa música é um convite para olhar o medo nos olhos e entender por que ele existe. E por que isso importa para você? Porque o medo está presente em cada escolha, cada sonho e cada passo que damos. Compreendê-lo pode ser a chave para desbloquear uma vida mais plena, onde a coragem não é a ausência de medo, mas a dança que fazemos com ele.

Desde garoto, eu ouvia o riff poderoso de Fear of the Dark ecoando no meu walkman — sim, aquele trambolho dos anos 90 que engolia fitas cassete como se fosse um monstro faminto. Era uma época em que o mundo parecia mais simples, mas os medos já estavam lá: o medo de não ser aceito, de falhar na prova de matemática ou de nunca encontrar meu lugar. O Iron Maiden, com sua energia crua, me ensinava que o medo não precisava ser o fim da história. Hoje, como adulto, vejo que ele é um sinal, um farol que pisca para nos mostrar onde precisamos crescer. No desenvolvimento pessoal, o medo é como um personal trainer exigente: te empurra para fora da zona de conforto e te força a levantar os pesos da vida.

Pense comigo: quantas vezes você já deixou de arriscar algo por causa daquele frio na barriga? Eu já perdi a conta das vezes em que hesitei antes de clicar em “enviar” num e-mail importante ou de levantar a mão numa reunião. Mas sabe o que aprendi com o tempo — e com um pouco de sabedoria prática que a vida e o Maiden me deram? O medo não é um muro, é uma ponte. Ele conecta quem você é agora com quem você pode se tornar. Na década de 70, filmes como O Exorcista nos ensinaram a temer o desconhecido, enquanto nos anos 2000 Jogos Mortais nos mostrou o pavor das escolhas. O medo muda de cara, mas a lição é a mesma: enfrentá-lo é o que nos torna humanos.

E se eu te contar que o medo também pode ser um aliado na inovação? Lembra do Steve Jobs lançando o primeiro iPhone em 2007? Aposto que ele sentiu um baita medo de falhar diante do mundo. Mas foi exatamente essa tensão que o levou a criar algo revolucionário. No meu trabalho em TI, já vi projetos incríveis nascerem do medo de ficar para trás — é como se o receio acendesse uma chama criativa. Para você, no dia a dia, pode ser o medo de estagnar que te leva a aprender algo novo, como cozinhar um prato diferente ou finalmente tirar aquele curso de violão da gaveta. O truque é não deixar o medo te paralisar, mas usá-lo como gasolina.

Fear of the Dark (2015 Remaster)
Ilustração Divulgação

Agora, uma curiosidade intrigante: você sabia que Fear of the Dark quase não entrou no álbum homônimo do Iron Maiden? Bruce Dickinson revelou em entrevistas que a música nasceu de um pesadelo dele, mas foi rejeitada inicialmente pela banda por ser “muito comercial”. No fim, ela virou um dos maiores clássicos do metal. Não é irônico? Até o medo de não agradar os fãs gerou algo eterno. Isso me faz pensar em como nossos próprios medos, mesmo os mais bobos — tipo o medo de falar em público ou de aranhas —, carregam sementes de grandeza, esperando para brotar.

Falando em perspectivas espirituais, o medo também tem um papel curioso. Na Bíblia, o “temor a Deus” é visto como o começo da sabedoria. No budismo, o medo é um sinal de apego que podemos desapegar. Eu gosto de misturar essas visões: o medo me lembra que sou finito, mas também que posso buscar algo maior. Quando era criança, assistia Guerra nas Estrelas (o original de 77, claro!) e via o Luke enfrentando o medo na caverna em Dagobah. Era um teste de autoconhecimento. E não é isso que vivemos todos os dias? Cada medo que enfrentamos é uma caverna, e do outro lado está uma versão mais forte de nós mesmos.

Vamos trazer isso para o prático. Uma pergunta que sempre me faço é: “O que o medo está tentando me ensinar agora?” A resposta vem com ação. Semana passada, por exemplo, eu tinha medo de gravar um vídeo para o blog — e se ninguém gostasse? Mas respirei fundo, lembrei do Bruce berrando “I’m not afraid!” e cliquei no “gravar”. Não ficou perfeito, mas me senti vivo. A lição? O medo aponta onde está o crescimento. Para você, pode ser mandar aquele currículo, pedir um aumento ou simplesmente dizer “eu te amo” para alguém. O que você vai fazer com o seu medo hoje?

Chegando ao fim, eu te digo, com o coração aberto e um toque de técnica: o medo é uma ferramenta de precisão na engenharia da alma. Ele corta o supérfluo, molda o caráter e nos empurra para além do óbvio. Como profissional de TI, sei que sistemas só evoluem com testes — e na vida, o medo é o teste. Então, encare-o como um parceiro de dança desajeitado, mas cheio de potencial. Minha motivação para você é essa: não fuja da escuridão, aprenda a acender sua luz nela. Que tal explorar novas possibilidades com esse olhar? O universo sempre recompensa os corajosos.

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Alessandro Turci.
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