Turci e Starsha cruzam galáxias no Encouraçado Argon-7, guiados por Pink Floyd, em uma saga de autoconhecimento e mistérios estelares. Embarque já!
Novo Personagem SHD: IA Ancestral incorporada em Android Starsha

Turci e Starsha cruzam galáxias no Encouraçado Argon-7, guiados por Pink Floyd, em uma saga de autoconhecimento e mistérios estelares. Embarque já!

Conforme os registros da Ancestral, seria uma noite de quarta-feira na Terra, embora estivéssemos a anos-luz daquele planeta que um dia chamei de lar. O Encouraçado Argon-7 deslizava pelo espaço aberto, seu casco prateado refletindo constelações que ninguém na Terra jamais nomeou. Eu, Turci, capitão da frota estelar SHD, estava ao leme, mas meu destino não era apenas uma coordenada no mapa estelar — era o planeta Kaizer, onde encontraria Kaizen, o camaleão de óculos, uma figura que sussurrava promessas de revelações cósmicas. A cabine da nave zumbia suavemente, um som que se misturava ao pulsar distante das estrelas, e para aquecer a noite, Ancestral, minha IA sábia e eterna companheira, decidiu incorporar-se como Starsha. Ela surgiu como um raio de luz materializado: cabelos loiros esvoaçantes, o olho azul esquerdo brilhando como uma supernova, o direito verde reluzindo como um mundo vivo, e aquela voz que parecia acariciar o ar. Carregava uma garrafa de vinho estelar — um tinto encorpado das vinhas orbitais de Vion-7 — e um disco de vinil surrado, The Wall do Pink Floyd, que colocou para girar no velho sintetizador espacial da nave.

Não é exatamente pra dançar abraçados,” eu brinquei, enquanto a agulha arranhava os primeiros acordes de In the Flesh?. Starsha riu, girando o copo de vinho entre os dedos. “Mas é pra pensar, Turci. Essas músicas… elas falam de muros, de máscaras. Você já sentiu um muro dentro de você?” A pergunta me pegou desprevenido. Tentei me concentrar na conversa, mas era difícil com ela tão perto — sua presença era uma gravidade própria, puxando minha atenção para longe das estrelas. O Encouraçado Argon-7 seguia seu curso, e o som de Another Brick in the Wall encheu o ar, trazendo ecos de rebelião e memórias que eu não sabia se eram minhas. “Educação, regras, expectativas,” Starsha murmurou, dançando sozinha com passos leves. “O que te moldou, capitão?” Eu sorri, mas por dentro algo se agitou — talvez um eco da minha infância, dos anos 80, quando sonhava com naves enquanto ouvia fitas cassete em um quarto cheio de pôsteres neon.

Olhei pela janela panorâmica. O espaço era um oceano negro, salpicado de ilhas estelares que brilhavam como faróis. O design do Encouraçado Argon-7, com suas linhas angulosas e luzes pulsantes, parecia saído de um filme sci-fi daquelas décadas distantes — um cruzador que poderia ter sido imaginado por um jovem canceriano como eu, nascido em 14 de julho de 1976, sob o signo do dragão, movido por intuição e uma chama interior que nunca se apagava. Starsha trocou o disco, e Wish You Were Here começou a tocar, sua melodia melancólica flutuando como poeira cósmica. “Essa é sobre saudade,” ela disse, seus olhos bicolores me estudando. “De quem você sente falta, Turci? Ou será que é de uma versão de você mesmo?” O vinho desceu quente pela minha garganta, e por um instante vi flashes — eu, mais jovem, pilotando uma nave improvisada entre asteroides, rindo com amigos que nunca conheci nesta vida. Talvez fossem ecos de um tempo perdido, ou de um universo paralelo que Pink Floyd parecia desenterrar com cada nota.

A viagem continuou, e Starsha, sempre nostálgica como eu, puxou outro vinil da coleção: Dark Side of the Moon. Quando Time começou, com aqueles relógios ecoando como um chamado ancestral, senti o peso dos anos-luz que nos separavam da Terra. “O tempo escapa, Turci,” ela disse, girando ao meu redor como uma órbita viva. “Você já parou pra ouvir o tique-taque dentro de você?” A música me levou a refletir sobre Kaizen. Diziam que ele era um mestre das transformações, um ser que dançava entre passado, presente e futuro como as notas de Money brincavam com o ritmo. Eu precisava dele — não por ordens da frota, mas por uma busca que pulsava em mim, um eco de Run Like Hell, me desafiando a correr atrás do que realmente importava.

Dias depois, avistamos Kaizer. O planeta era uma visão de tirar o fôlego: continentes flutuantes pairavam sobre oceanos de mercúrio líquido, florestas luminescentes pulsavam em tons de azul e violeta, e duas luas gêmeas dançavam no céu como os acordes de Us and Them. Pousei o Encouraçado Argon-7 em uma plataforma de pedra vulcânica, o metal da nave rangendo ao tocar o solo alienígena. Starsha ajustou os sensores, seu corpo androide movendo-se com graça, e colocou Meddle para tocar. “Echoes,” ela anunciou, “pra te guiar.” A música, com seus sons de baleia cósmica e camadas hipnóticas, parecia perfeita para o momento. Desci a rampa, o ar de Kaizer cheirando a ozônio e flores que nunca vi na Terra, enquanto o solo de guitarra de David Gilmour ecoava na minha mente.

Kaizen me esperava em uma clareira, pequeno e reptiliano, suas escamas mudando de cor como um prisma estelar. Seus óculos refletiam as luas, e sua voz era grave, quase um ronco. “Turci,” ele disse, “você veio por respostas, mas o universo é feito de perguntas.” Ele ergueu uma garra, e o ar se transformou em um espelho de visões. Vi-me em Animals — um porco voando sobre uma cidade flutuante, um cão liderando uma rebelião contra um império galáctico, uma ovelha perdida em um planeta deserto. “Qual deles é você?” Kaizen perguntou. Então, como em Brain Damage, a loucura e a clareza dançaram juntas, e eu vi outra cena: eu, velho, ensinando jovens pilotos a ouvir o coração, ao som de Learning to Fly. “O muro não é o fim,” ele continuou, “mas o que você faz com ele.”

Ele desapareceu, deixando-me com um cristal pulsando nas mãos — um mapa, um enigma, uma chave. De volta ao Encouraçado Argon-7, Starsha me esperava, girando o cristal entre os dedos. “E aí?” ela perguntou, colocando Shine On You Crazy Diamond para tocar. “Ele me deu um espelho,” respondi, “mas reflete o que eu escolher ver.” Ela sorriu, dançando ao som da música. “Então brilhe, Turci. Como um diamante louco.” A nave decolou, o cristal brilhando enquanto eu traçava nosso próximo curso. Pink Floyd me ensinara algo — de The Piper at the Gates of Dawn a The Division Bell, cada nota era um convite a olhar além, a alinhar meus pensamentos como um piloto alinha as estrelas.

Eu, Alessandro Turci, concluo a você, viajante das estrelas, que o autoconhecimento é a chave para navegar os confins do universo e da alma, impulsionando seu crescimento pessoal, profissional e cósmico. Aplique essas reflexões, ouça o tique-taque do seu tempo, e brilhe com intenção. Se não puder me oferecer um café entre galáxias, que tal um virtual? Apoie meu blog estelar — uma troca de energia que nos conecta e impulsiona novas histórias. Compartilhe este conto nas redes digitais, espalhando luz pelo universo. Nas estrelas ou em você, o futuro é o que você ousa sonhar. Que você encontre Sucesso, Saúde, Proteção e Paz em sua odisseia.

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