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Viaje pelos anos 60 e 70 com rock, contracultura e filmes icônicos como 2001. Descubra como essa era ainda inspira música, moda e ideias hoje!

Viaje pelos anos 60 e 70 com rock, contracultura e filmes icônicos como 2001. Descubra como essa era ainda inspira música, moda e ideias hoje!

Olá, tudo bem? Eu sou Alessandro Turci, nascido em 14 de julho de 1976, e sou o criador do SHD: Seja Hoje Diferente, um projeto que nasceu em 2018 para inspirar mudanças que fazem sentido. Como profissional de TI, passei anos gerenciando ambientes tecnológicos, mas o que realmente me move é entender as pessoas e o universo ao nosso redor. Hoje, quero te levar numa viagem inesquecível: vamos mergulhar na efervescência cultural dos anos 1960 e 1970, uma era de rock’n’roll, contracultura e cinema que marcou o mundo. Esse tema é simples, mas poderoso: ele mostra como o passado ainda pulsa na nossa música, nas nossas telas e nas escolhas que fazemos. Isso importa porque, quer você perceba ou não, aqueles anos continuam te influenciando – do som no seu fone ao jeito como você encara o dia.

Vamos começar pelo som que sacudiu o planeta: o rock’n’roll. Cresci ouvindo meu pai contar como The Beatles e The Rolling Stones viraram ícones. Nos anos 80, eu viajava olhando os vinis dele, com capas que pareciam quadros de Salvador Dalí – psicodélicas e cheias de vida. The Beatles, com “Let It Be”, me faziam sentir que tudo ia ficar bem, enquanto os Stones, com “Paint It Black”, me davam vontade de sair por aí desafiando o mundo. Essas bandas não só criaram músicas; elas ditaram moda – pensa nas franjas, nas botas de couro, nos óculos redondos que até hoje aparecem nas vitrines. Para mim, o rock era mais que som: era um convite para sonhar grande, algo que levo no coração até hoje quando preciso de inspiração.

E aí veio a contracultura, um movimento que gritava por liberdade. Nos anos 60, jovens disseram “chega” às regras rígidas e buscaram um jeito mais verdadeiro de viver. Woodstock, em 1969, é o retrato disso: 400 mil pessoas, música, lama e um sonho de paz. Já imaginou estar lá, com o cabelo ao vento, sentindo o chão vibrar com Jimi Hendrix? Eu vejo aquilo como uma coragem danada – enfrentar a Guerra Fria, o peso do trabalho, e ainda assim escolher o amor e a arte. Isso me marcou tanto que, anos depois, nos anos 90, eu usava camisetas tie-dye sem nem saber direito de onde vinha a ideia. Essa energia de romper barreiras ainda vive em quem ousa ser diferente hoje.

Depois, os anos 70 trouxeram a disco music, um brilho que iluminou as pistas. “Dancing Queen” do ABBA ou “Stayin’ Alive” dos Bee Gees – quem resiste? Na minha adolescência, nos anos 90, eu tentava imitar John Travolta em Os Embalos de Sábado à Noite, mas parecia mais o HAL 9000 de 2001 tentando dançar funk – um desastre hilário! A disco era puro escapismo: roupas de lantejoulas, globos espelhados e uma vibe de deixar os problemas na porta. Para mim, ela prova que a música pode ser um portal para aliviar a alma. Experimente colocar uma faixa disco num dia ruim e me diga se não vira mágica – é como um reset instantâneo.

No cinema, essa era foi ouro puro. 2001: Uma Odisseia no Espaço, de 1968, me pegou de jeito quando vi nos anos 90, já trabalhando com tecnologia. Aquele HAL 9000, com sua voz calma e ameaçadora, me fez pensar nos limites da tecnologia – algo que eu, encaro todos os dias. E tem O Poderoso Chefão, de 1972, com Marlon Brando sussurrando ordens enquanto acariciava um gato. Mas deixa eu te contar de um episódio de Além da Imaginação que amo: “The Obsolete Man”, de 1961. Nele, um bibliotecário é julgado num futuro autoritário por ser “inútil”. O final? Uma lição sobre o valor da liberdade individual que ecoa a contracultura dos anos 60. Esses filmes e séries não eram só diversão; eles cutucavam a gente a pensar em poder, futuro e humanidade.

E aí, o que os anos 60 e 70 têm a ver com você hoje? Tudo, eu te garanto! A ousadia daquela época inspirou a tecnologia que uso no trabalho – os primeiros computadores vieram da corrida espacial dos anos 60. Na moda, ainda vemos botas plataforma e jaquetas de vinil. Na música, samples de disco e riffs de rock pipocam nos hits atuais. Um fato interessante: o álbum Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, foi o primeiro a trazer letras na capa, algo revolucionário em 1967. Isso me lembra que pequenas ideias podem transformar o mundo – e você, o que vai transformar no seu cantinho?

Agora, um toque de humor: nos anos 70, eu era só um bebê, mas nos anos 90 eu rebobinava fitas cassete com caneta como se fosse um mestre Jedi dos anos 80 manejando um sabre de luz! Essa nostalgia me conecta aos anos 60 e 70, porque foi lá que nasceu essa vibe de inventar jeitos novos de curtir a vida. Os walkmans dos 80, que vieram da inovação sonora dos 60, são prova disso – e eu morria de orgulho carregando o meu com uma fita do Iron Maiden. Essa era me ensinou que criar é resistir, e resistir é viver.

Essa efervescência cultural é um chamado para você agir agora. Na PNL, aprendemos que mudar a trilha sonora da mente muda o humor – então, crie uma playlist dos anos 70 e observe como ela te eleva por uma semana. Em psicologia, a arte nos ajuda a dar sentido ao caos; em filosofia, nos faz perguntar “o que é liberdade?”. No coaching, eu te desafio: pegue essa energia e persiga um sonho. Na gestão, inove como Kubrick fez com 2001. E na espiritualidade, seja pelas crenças ancestrais ou pelo Novo Pensamento, sinta que o universo dança com você. 

Minha dica? Escolha um clássico dessa era – um filme, uma música – e deixe ele te guiar a um passo novo na sua rotina.

Espero que essa viagem pelos anos 60 e 70 tenha te enchido de ideias e vontade de viver mais intensamente. Se gostou, compartilhe nas redes sociais e chame os amigos para essa dança comigo! 

Um forte abraço e até a próxima!

Alessandro Turci

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