Oscar 2025 pode fazer história com o Brasil! Veja como 'Ainda Estou Aqui' emocionou o mundo e descubra o que a 97ª edição reserva. Leia agora!
Olá, tudo bem? Eu sou Alessandro Turci, criador do Seja Hoje Diferente, e quero te dar as boas-vindas a este espaço onde a gente conversa, reflete e cresce juntos. Hoje, vamos mergulhar em um tema que está aquecendo os corações e as conversas ao redor do mundo: o Oscar 2025, que acontece neste domingo, dia 2 de março. Não é qualquer edição, viu? Estamos falando da 97ª cerimônia desse prêmio, considerado o mais prestigiado do cinema mundial, e que pode entrar para a história do Brasil com o filme Ainda Estou Aqui, dirigido pelo talentoso Walter Salles. Então, pega sua pipoca, ajusta o fuso horário e vem comigo nessa jornada cinematográfica que mistura orgulho nacional, glamour hollywoodiano e algumas reflexões que podem te inspirar na vida real.
Vamos começar pelo que está deixando a gente com aquele friozinho na barriga: o Brasil está na disputa, e não é pouca coisa! Ainda Estou Aqui conseguiu três indicações impressionantes: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Fernanda Torres concorrendo como Melhor Atriz. Só de escrever isso já sinto um orgulho danado! É a primeira vez que um filme brasileiro aparece na categoria de Melhor Filme, o que já é um marco histórico. Imagina só: um longa nacional disputando o topo do pódio ao lado de gigantes como Duna - Parte 2 e Wicked. Isso mostra o quanto o cinema brasileiro tem a oferecer, não só em emoção e storytelling, mas em qualidade técnica e universalidade. Para nós, brasileiros, é mais do que um filme na telona; é um símbolo de que, quando acreditamos no nosso potencial, o mundo presta atenção.
Por que esse tema importa tanto para você e para mim? Porque o Oscar não é apenas sobre cinema — ele reflete histórias humanas, lutas, sonhos e até mesmo o jeito como a gente enxerga o mundo. Cada filme indicado carrega uma mensagem, uma perspectiva única. Pense em Ainda Estou Aqui: baseado na história real de Eunice Paiva, uma mulher que enfrentou a ditadura militar no Brasil para buscar justiça pela família. É uma narrativa que ressoa com qualquer um que já tenha lutado por algo maior que si mesmo. E, convenhamos, quem nunca sonhou em ter seu momento de glória, subir no palco da vida e agradecer às pessoas que nos apoiaram no caminho? O Oscar nos lembra que histórias bem contadas têm o poder de conectar, inspirar e, por que não, transformar.
Agora, deixa eu te contar como esse evento mexe comigo. Eu cresci nos anos 80 e 90, uma época em que assistir ao Oscar era quase um ritual em casa. A gente se reunia na sala, com o som da TV de tubo ecoando os discursos emocionados, e eu imaginava como seria estar lá, no Teatro Dolby, em Los Angeles, vendo o tapete vermelho ao vivo. Naquela época, não tinha streaming, então era torcer pra Globo transmitir tudo direitinho — ou ficar esperando os melhores momentos no Jornal Nacional. Hoje, com a TNT, HBO Max e Globoplay exibindo a cerimônia de 2025, ficou mais fácil acompanhar cada detalhe. O tapete vermelho começa às 20h30 (horário de Brasília), e a premiação oficial às 21h. Mas, olha só, no Rio de Janeiro, a Globo vai trocar o Oscar pelo desfile das escolas de samba na Marquês de Sapucaí. E eu entendo, porque o carnaval é sagrado por lá, mas confesso que vou ficar grudado na TNT torcendo pelo Brasil!
Falando em torcida, o que torna essa edição tão especial é a diversidade de histórias na disputa. Na categoria de Melhor Filme, temos desde o épico Duna - Parte 2, que leva a gente para um universo sci-fi de tirar o fôlego, até Anora, uma trama mais íntima e cheia de camadas emocionais. E, claro, Ainda Estou Aqui, que coloca o Brasil no centro das atenções. Já em Melhor Filme Internacional, nosso representante disputa com obras incríveis como The Girl With The Needle, da Dinamarca, e Emilia Pérez, da França. É uma vitrine global de criatividade e talento.
Um fato curioso? O filme Sonic 3 não entrou na lista porque não cumpriu os critérios de diversidade da Academia. Pois é, até o ouriço mais rápido do cinema precisa se adaptar às novas regras de Hollywood!
Eu fico pensando no impacto disso tudo. O Oscar sempre foi um termômetro cultural, mas nos últimos anos ele também virou um espelho das mudanças sociais. Lembra daquela vibe dos anos 70, com filmes como O Poderoso Chefão dominando a premiação? Era uma época em que o cinema falava de poder, família e redenção. Hoje, ele fala de inclusão, resistência e identidade. E sabe o que eu acho legal? Assistir a esses filmes indicados é como fazer uma viagem sem sair de casa. Cada um traz uma lição diferente. Por exemplo, Conclave explora os bastidores do poder na Igreja, enquanto Wicked nos leva de volta ao mundo mágico de Oz, mas com um olhar mais profundo sobre aceitação e amizade. Dá pra rir, chorar e refletir — tudo na mesma noite.
E por falar em rir, eu não resisto a uma referência pop. Já imaginou se o Oscar tivesse um momento Titanic (1997) de novo, com Fernanda Torres subindo ao palco e gritando “Eu sou a rainha do mundo!”? Seria épico! Mas, brincadeiras à parte, o que me encanta no cinema é essa capacidade de nos fazer sentir vivos. Quando assisto a um filme como Ainda Estou Aqui, vejo o quanto a arte pode ser um grito de coragem. E você, já parou pra pensar qual história gostaria de contar pro mundo? Talvez o Oscar seja um lembrete de que todos nós temos algo único pra compartilhar, seja na telona ou no dia a dia.
Chegando ao fim dessa nossa conversa, quero te deixar com um pensamento mais profundo. Na Programação Neurolinguística (PNL), falamos muito sobre como as histórias que contamos moldam nossa realidade. O cinema, como o Oscar celebra, é uma ferramenta poderosa pra isso. Em Psicologia, ele nos ajuda a processar emoções e encontrar sentido nas experiências. Já na Filosofia, nos convida a questionar: o que é sucesso, afinal? Para o Coaching, o exemplo de Walter Salles e Fernanda Torres é pura inspiração — mostra que com foco e paixão, podemos romper barreiras. Na Gestão, vemos a importância de equipes alinhadas para criar algo grandioso. E, se olharmos por lentes ancestrais ou espirituais, o Oscar 2025 pode ser um ritual moderno, uma celebração da criatividade humana que conecta passado, presente e futuro.
Minha sugestão? Assista à cerimônia, torça pelo Brasil e, depois, leve um pedacinho dessa energia pra sua vida. Experimente contar sua própria história — nem que seja num caderno, num vídeo ou numa roda de amigos.
E, se gostou dessas reflexões, compartilhe este texto nas redes sociais. Vamos espalhar essa vibe de inspiração juntos!
Um forte abraço e até a próxima!
Alessandro Turci
Grato pelo apoio
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