Com a inflação em 1,23% em fevereiro, veja como ela afeta seu bolso e descubra dicas práticas para enfrentar os preços altos sem perder o controle.
Caros amigos do SHD: Seja Hoje Diferente, eu não sei vocês, mas eu tenho sentido no bolso o peso de um custo de vida que não para de subir. E olha, se fosse só o preço dos ovos dando um salto, talvez a gente conseguisse dar um jeitinho com uma omelete mais modesta. Mas a verdade é que os aumentos estão por toda parte, do café da manhã ao combustível que colocamos no carro. Recentemente, eu trouxe aqui uma reflexão sobre o preço do café, que tem deixado muita gente de cabelo em pé – caso você não tenha lido, recomendo dar uma olhada no artigo que deixei linkado ao final deste texto. Hoje, quero conversar com vocês sobre a inflação e como ela está mexendo com o nosso cotidiano, especialmente com a notícia de que a prévia dela em fevereiro atingiu o maior patamar para o mês em quase uma década.
Vamos começar entendendo o que está acontecendo. O IPCA-15, que funciona como uma espécie de termômetro da inflação oficial, deu um salto de 0,11% em janeiro para 1,23% em fevereiro. Parece pouco, mas essa é a maior taxa para o mês desde 2016. Só no primeiro bimestre, já acumulamos 1,34%, e nos últimos 12 meses, o índice chegou a 4,96%, ultrapassando o teto da meta de 4,50% definida pelo governo. Esses números podem parecer distantes da nossa realidade, mas eles se traduzem em prateleiras mais caras no supermercado e em contas que parecem não caber mais no orçamento. É aquele momento em que a gente olha pro salário e se pergunta: como esticar ele até o fim do mês?
O impacto disso tudo não é surpresa pra ninguém que vai às compras. Os economistas até esperavam um número um pouco mais alto, algo entre 1,30% e 1,50%, mas mesmo ficando abaixo da mediana de 1,43%, o resultado ainda aperta o nosso dia a dia. Um exemplo prático? O ovo de galinha, item básico na mesa de tanta gente, subiu 2,56% só em fevereiro. Não à toa, o próprio presidente Lula entrou na conversa, prometendo discutir com empresários formas de evitar a escassez desse produto. E tem mais: uma nova regra do Ministério da Agricultura agora exige que os ovos venham carimbados com data de validade e lote. Pode ser ótimo para a segurança alimentar, mas adivinha só? Isso também pode encarecer ainda mais a produção e, consequentemente, o preço final pra gente.
Eu sei que falar de inflação parece coisa de noticiário econômico, mas ela é bem mais do que números e gráficos. Ela mexe com a nossa rotina, com as escolhas que fazemos e até com o nosso humor no fim do dia. Quando os preços de alimentos, energia e transporte sobem, a gente precisa se virar para manter as contas em dia. Já experimentei, por exemplo, trocar marcas mais caras por opções mais em conta no mercado, pesquisar preços em diferentes lugares e até planejar melhor as refeições pra evitar desperdício. São ajustes simples, mas que ajudam a aliviar o peso no orçamento. E vocês, o que têm feito pra enfrentar essa onda de aumentos?
Aqui vai um fato curioso: você sabia que o termo "inflação" vem do latim "inflare", que significa "soprar" ou "encher"? É como se os preços fossem um balão que não para de crescer – e a gente fica tentando segurar pra não estourar. Brincadeiras à parte, estar informado sobre o que está acontecendo é o primeiro passo pra lidar com essa situação. A economia tem seus altos e baixos, mas com um pouco de criatividade e organização, a gente consegue passar por esses tempos mais duros sem perder o equilíbrio.
Eu, Alessandro Turci, criador do SHD: Seja Hoje Diferente, acredito que refletir sobre a inflação e seus efeitos é mais do que uma análise econômica – é um exercício de resiliência e consciência. Meu convite pra vocês é simples, mas poderoso: usem essas informações pra repensar seus hábitos de consumo e adaptar suas finanças a esse momento. Pequenas ações práticas, como as que mencionei, podem trazer alívio imediato e preparar vocês para o que vier pela frente.
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Não deixe de ler: O aumento do preço do café
Um forte abraço e até a próxima!
Alessandro Turci
Grato pelo apoio
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